Em carta dirigida ao presidente de Harvard, três agências federais detalharam as exigências, cuja satisfação foi descrita como necessária a uma "continuada relação financeira".
O texto descreve o dinheiro federal entregue a Harvard como um esforço de investimento que é baseado em um desempenho.
A este propósito, o governo de Trump considera que Harvard tem "falhado em proteger os estudantes (norte-)americanos e a faculdade da violência e do assédio antissemita" e que tem de tomar decisões imediatas para manter o financiamento.
Entre as exigências estão a proibição das máscaras faciais e a clarificação das políticas para o espaço universitário que limitem o tempo, o local e a forma dos protestos e de poutas atividades.
Os departamentos de Harvard que "alimentem o assédio antissemítico" devem ser avaliados e ter o enviesamento eliminado.
As exigências incluem ainda que as mudanças se foquem em "reformas estruturais e duradouras".
Não foi fixado um prazo para o cumprimento do exigido.
Leia Também: Trump corta milhões a Harvard por "deixar prosperar antissemitismo"