O caso foi o primeiro de dezenas de outros que estão pendentes a chegar a julgamento no Luisiana contra as principais petrolíferas mundiais, pela sua responsabilidade no acelerar do desaparecimento de terra ao longo da costa do Estado.
O veredicto pode estabelecer um precedente e deixar outras empresas do petróleo e gás na expectativa de condenações de milhares de milhões de dólares por degradação ambiental e erosão costeira.
Os jurados estabeleceram que a Texaco, comprada pela Chevron em 2001, violou durante décadas as regulamentações estaduais relativas aos recursos costeiros, ao não restaurar as zonas húmidas afetadas por canais de dragagem, perfurações e despejo de milhares de milhões de litros de águas poluídas.
"Nenhuma empresa é grande o suficiente para ignorar a lei, nem para ficar impune", afirmou o advogado dos queixosos, John Carmouche, durante as alegações finais.
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