O valor da reserva cifrou-se em 621,5 mil milhões de patacas (71,8 mil milhões de euros) no final de janeiro, de acordo com dados publicados no Boletim Oficial de Macau.
Ainda assim, o valor permanece longe do recorde de 663,6 mil milhões de patacas (76,6 mil milhões de euros) atingido em fevereiro de 2021, em plena pandemia.
De acordo com dados da Autoridade Monetária de Macau (AMCM), a reserva tinha registado em 2024 o melhor ano desde a pandemia de covid-19, após ganhar 35,7 mil milhões de patacas (4,12 mil milhões de euros).
Este foi o aumento anual mais elevado desde 2019, quando o valor da reserva aumentou em 70,6 mil milhões de patacas (8,15 mil milhões de euros).
O valor da reserva extraordinária no final de janeiro era de 452 mil milhões de patacas (52,2 mil milhões de euros) e a reserva básica, equivalente a 150% do orçamento público de Macau, era de 164,2 mil milhões de patacas (19 mil milhões de euros).
O orçamento do território para 2025 prevê uma subida de 7% nas despesas totais, para 109,4 mil milhões de patacas (12,6 mil milhões de euros).
A reserva financeira de Macau é maioritariamente composta por depósitos e contas correntes no valor de 248,1 mil milhões de patacas (28,7 mil milhões de euros), títulos de crédito no montante de 119,3 mil milhões de patacas (13,8 mil milhões de euros) e até 247,6 mil milhões de patacas (28,6 mil milhões de euros) em investimentos subcontratados.
Em 2024, os investimentos renderam à reserva financeira quase 31 mil milhões de patacas (3,57 mil milhões de euros), correspondendo a uma taxa de rentabilidade de 5,3%, disse a AMCM no final de fevereiro.
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