O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou esta quarta-feira, dia 2 de abril, o que dizem ser “tarifas recíprocas” a nível mundial e que verá os produtos importados para o país ficarem mais caros.
Como conta o site 9to5mac, a Apple parece ser uma das tecnológicas norte-americanas mais impactadas por estas medidas uma vez que as tarifas se aplicam a grande parte dos territórios onde a empresa está presente.
Na China, por exemplo, os produtos importados serão afetados por uma tarifa de 54% - um valor que é composto pelos 20% aplicados em janeiro por Trump e por mais 34% anunciados esta semana.
O que é mais ‘trágico’ para a Apple é o facto de a empresa ser mais impactada como resultado daquilo que foi a sua estratégia após o período da pandemia de Covid-19. Apesar de a maioria dos iPhones ainda serem produzidos na China, a Apple procurou diversificar as localizações das fábricas que produzem outros produtos como os computadores Mac, os auriculares sem fios AirPods, entre outros.
Olhamos então para o Vietname, um país onde são produzidas grandes quantidades dos AirPods, MacBooks e também relógios Apple Watch e ao qual foram aplicados tarifas de 46%. Outros territórios afetados foram a Índia, com tarifas de 26%, e a Malásia, com tarifas de 24%, pelo que será difícil à Apple escapar a aumentos dos preços nos seus produtos nos EUA.
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