A informação foi confirmada por fontes do grupo islamita ao jornal palestiniano "Philastin", simpatizante do Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) e de outros grupos palestinianos.
As Forças de Defesa de Israel (IDF) confirmaram que tinham disparado um intercetor contra o míssil lançado do norte da Faixa de Gaza, mas disseram que "os resultados da interceção estão a ser analisados".
Ainda hoje o ministro da Defesa israelita avisou os habitantes da Faixa de Gaza que o exército vai alargar as operações militares no enclave e exortou a população a exigir a saída do Hamas do governo.
Israel Katz sublinhou que, além da IDF irem alargar as operações militares na Faixa de Gaza, a libertação dos reféns é a "única forma de parar a guerra".
Em 18 de março, o exército israelita retomou a sua ofensiva na Faixa de Gaza após uma trégua de quase dois meses na guerra, desencadeada pelo ataque do Hamas ao sul Israel a outubro de 2023, que provocou a morte de cerca de 1.200 pessoas e fez cerca de 250 reféns, a maioria dos quais civis.
Desde que Israel retomou as operações militares, 830 pessoas foram mortas no território palestiniano cercado, de acordo com um relatório do Ministério da Saúde do governo do Hamas em Gaza hoje divulgado.
Estas mortes elevam o número total de mortos em Gaza desde o início da guerra para 50.183 pessoas.
Israel indicou na segunda-feira que tinha intercetado três 'rockets' disparados a partir de Gaza, dois reivindicados pelo braço armado da Jihad Islâmica (Brigadas al-Quds) e o terceiro pelo Hamas.
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