A mulher, de 55 anos, foi detida em Leeds, no norte de Inglaterra, e o homem, de 33 anos, em Wakefield, a sul da mesma cidade, detalhou a polícia num comunicado de imprensa.
As autoridades foram chamadas ao local na madrugada de 08 de março, após a fachada do clube do luxuoso complexo de golfe ter sido pichada com tinta vermelha, o campo danificado em alguns pontos e a mensagem "Gaza não está à venda" ter sido escrita em letras maiúsculas na relva.
Em fevereiro, Donald Trump provocou protestos internacionais ao propor a transferência de palestinianos de Gaza para os países vizinhos Egito e Jordânia com o objetivo de transformar aquele território na "Riviera do Médio Oriente".
Trump Turnberry vandalized overnight.
— Molly Ploofkins (@Mollyploofkins) March 8, 2025
"GAZA IS NOT FOR SALE" is sprayed across the lawn and the golf course's holes are dug up. pic.twitter.com/LC2Df5VvDl
Na segunda-feira, um homem de 33 anos, suspeito de ter participado nestes danos, foi acusado de vandalismo e colocado sob fiança enquanto aguarda uma nova audiência.
Na véspera, Donald Trump tinha saudado a ação da polícia britânica na sua rede Truth Social.
Na semana passada, uma mulher de 66 anos e um homem de 75 anos, detidos durante a investigação, foram libertados enquanto se aguardam mais averiguações, de acordo com a polícia escocesa.
Localizado no sudoeste da Escócia, Turnberry é um dos dois 'resorts' que o presidente dos EUA possui no país britânico, onde nasceu a sua mãe.
Outro campo de golfe de Donald Trump foi alvo de ataques em março, na Irlanda, no 'resort' costeiro de Doonbeg, onde os ativistas colocaram bandeiras palestinianas nos campos.
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